CANTINHO DA TIA NEL

CANTINHO DA TIA NEL

VOCÊ VEIO...

domingo, 27 de novembro de 2011

Atividades da Tia Ceceu
































Retirado do site da tia Ceceu. Ótimas atividades.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Leitura para o 1º Ano

Leia para seus alunos e faça os comentários.

RAPUNZEL

ERA UMA VEZ UM CASAL QUE MORAVA EM UMA CASA MODESTA, JUNTO A UM PALÁCIO. PERTO DO PALÁCIO, HAVIA UM MARAVILHOSO POMAR, CERCADO POR UM MURO MUITO ALTO. DENTRO DELE, HAVIA UM POMAR DE MAÇÃS.

CERTO DIA, A ESPOSA PEDIU AO MARIDO QUE LHE TROUXESSE UMA DAS MAÇÃS DO POMAR. MESMO COM RECEIO, POIS SABIA QUE A DONA DO CASTELO ERA UMA FEITICEIRA, RESOLVEU ATENDER O PEDIDO DA ESPOSA. FOI À NOITE ATÉ O JARDIM E ESCOLHEU UMA MAÇÃ. BEM NESSE MOMENTO, APARECEU A FEITICEIRA DO CASTELO:

- AH! ESTÁ ROUBANDO UMA MAÇÃ DO MEU POMAR? VOU CASTIGÁ-LO!

- POR FAVOR, NÃO ME CASTIGUE!

- ESTÁ BEM – A FEITICEIRA PENSOU MELHOR E CONTINUOU – COMO VOCÊ É POBRE E NÃO PODE ME DAR RIQUEZAS, ME PROMETA SEU PRIMEIRO FILHO EM TROCA DA MAÇÃ.

COMO O HOMEM ERA CASADO HÁ MUITO TEMPO E NÃO TINHA FILHOS, ACEITOU A PROPOSTA DA BRUXA.

MESES DEPOIS, SUA ESPOSA FICOU GRÁVIDA E DEU À LUZ UMA FILHINHA LINDA, DE NOME RAPUNZEL. MESMO MUITO TRISTES, CUMPRIRAM A PROMESSA E ENTREGARAM A MENINA À FEITICEIRA.

OS ANOS SE PASSARAM E RAPUNZEL VIVIA EM UMA TORRE DO CASTELO. TINHA OS CABELOS MUITO COMPRIDOS, POIS NUNCA TINNAM SIDO CORTADOS. ENTÃO, A FEITICEIRA FEZ DELES UMA LONGA TRANÇA E, POR ELAS, SUBIA E DESCIA DA ALTA TORRE.

CERTO DIA, UM PRÍNCIPE PASSAVA POR ALI E PERCEBEU RAPUNZEL À JANELA. FALOU-LHE, SEM PERCEBER A BRUXA POR PERTO. FELIZ COM A NOVA COMPANHIA, RAPUNZEL LHE JOGOU AS TRANÇAS E ELE SUBIU À TORRE. FALOU PARA A MENINA SOBRE TODAS AS MARAVILHAS DO MUNDO E ELA QUIS QUE ELE RETORNASSE.

AO DESCER PELAS TRANÇAS, A MALVADA BRUXA PEGOU UMA TESOURA E CORTOU-LHE AS TRANÇAS. O PRÍNCIPE CAIU DA ENORME ALTURA E FOI PARAR DESMAIADO EM CIMA DE PLANTAS ESPINHENTAS.

RAPUNZEL IMPLOROU À BRUXA QUE A DEIXASSE SOCORRER O PRÍNCIPE, QUE ESTAVA MUITO FERIDO. A FEITICEIRA NEGOU SEUS PEDIDOS.

MAIS TARDE, AO ACORDAR, O PRÍNCIPE COMEÇOU A ANDAR SEM RUMO, POIS AS PLANTAS HAVIAM FERIDO SEUS OLHOS, E ENTÃO DESAPARECEU.

DESDE AQUELE DIA, A MOÇA SÓ PENSAVA EM SAIR DALI, MAS FINGIA QUE NADA ACONTECIA, PARA QUE A FEITICEIRA NÃO DESCONFIASSE. TODOS OS DIAS, RAPUNZEL MEDIA O TAMANHO DOS CABELOS E, QUANDO CHEGOU O TEMPO EM QUE AS TRANÇAS ATINGIRAM O MESMO COMPRIMENTO DE ANTES, ELA PRENDEU AS TRANÇAS ÀS BARRAS DA JANELA E DESCEU. LÁ EMBAIXO, CORTOU SEU CABELO.

RAPUNZEL COMEÇOU A CAMINHAR PELO MUNDO EM BUSCA DE SEU PRÍNCIPE. ACHOU-O NUM DESERTO, CANSADO DE ANDAR. A MENINA CHOROU DE FELICIDADE E SUAS LÁGRIMAS FORAM CAINDO NOS OLHOS DO PRÍNCIPE. COM ISSO, O RAPAZ VOLTOU A ENXERGAR.

OS DOIS SE CASARAM E FORAM FELIZES PARA SEMPRE.


Sugestões: Essa leitura pode ser recortada e entregue os parágrafos para montarem; poderá ser ilustrada; recontar de forma oral, isso desenvolve a oralidade.

Retirado do blog da Professora Janaína e fiz algumas alterações.

Leitura e Interpretação 4º e 5º Ano

Os três desejos

Era uma vez um lenhador que morava com sua esposa em uma pequena cabana na floresta. Eles eram pobres, porém muito felizes... se amavam muito. Eles sempre costumavam dividir tudo o que tinham com quem batesse à sua porta.

Certo dia, o lenhador teve que trabalhar na floresta. Sua mulher ficou cuidando da casa e apareceu um velho à porta. Ele disse estar muito faminto e a mulher tinha pouca comida em sua casa. Mesmo assim, dividiu com ele.

O velho comeu com vontade e disse:

- Deus me enviou até sua casa para testá-la. Você e seu marido sempre dividem as coisas que têm com outras pessoas. Deus quer lhes dar um presente especial por causa de sua generosidade.

- E qual é esse presente?

- Você e seu marido podem fazer três desejos, que eles se tornarão realidade.

- Gostaria tanto que meu marido estivesse aqui para ouvir isso... – disse a mulher, transbordando de felicidade.

Em um minuto, seu marido estava lá. Seu primeiro desejo havia se tornado realidade.

- O que aconteceu? – perguntou o lenhador – Eu estava na floresta e agora estou aqui!

Sua mulher o beijou e explicou tudo o que havia acontecido. Ele ouviu a história e ficou furioso. Logo, começou a gritar com a mulher.

- Você gastou um de nossos desejos! Agora, só temos dois sobrando. Você deveria ter orelhas de burro!

No mesmo instante, as orelhas de sua esposa começaram a crescer. Elas se transformaram em grandes orelhas de burro. A mulher começou a chorar e seu marido se sentiu muito mal pelo que havia dito.

- Vocês nunca tinham gritado um com o outro antes. Vocês ficaram diferentes. – disse o velho – Vocês sabem que têm o poder de enriquecer. Ainda há um desejo. Vocês querem ser ricos? Talvez queiram ter roupas bonitas?

- Só queremos ser felizes novamente, como éramos antes. – disse o lenhador.

As orelhas de burro desapareceram. O lenhador e a esposa ficaram muito felizes.

- Pessoas pobres também podem ser felizes. Há muitas pessoas ricas que são infelizes. Deus irá lhes dar a maior felicidade que um casal pode ter. – disse o velho antes de partir.

Poucos meses depois, a mulher engravidou e o casal teve um lindo bebê. A família do lenhador viveu feliz para sempre.

( conto porto-riquenho, traduzido por Janaína Spolidorio )

Atividades

1. Coloque as informações na ordem em que aparecem no texto. Escreva 1 no que acontece primeiro e assim sucessivamente.

_____ As orelhas de burro desapareceram.

_____ O lenhador e sua esposa tiveram um bebê.

_____ O lenhador ficou bravo com sua esposa.

_____Um velho veio à casa do lenhador.

_____O lenhador desejou ser feliz novamente.

_____A mulher desejou que seu marido estivesse lá.

_____ O velho disse que o casal teria três desejos.

_____ Orelhas de burro apareceram na esposa.

2. Complete as lacunas com informações da história lida:

Um ___________ e sua esposa viviam muito felizes juntos. Eles _______________ tudo o que tinham com outras pessoas.

Certo dia, um velho foi à casa deles e disse à mulher que Deus havia concedido três ______________ ao casal. A mulher ficou tão entusiasmada, que acabou fazendo um desejo ______________ porque ela não pensou antes de falar. O lenhador começou a ___________ com ela e desejou que ela tivesse orelhas de ___________. Elas só desapareceram quando o lenhador desejou que eles fossem _______________ novamente.

O casal logo teve um bebê e sua família sempre foi muito feliz.

3. Responda:

a. Por que o velho foi até a casa do lenhador?

Resposta: ___________________________________________

___________________________________________________

b. Qual presente ele ofereceu ao casal?

Resposta: ___________________________________________

___________________________________________________

c. Quais foram os três desejos do casal?

Resposta: ___________________________________________

___________________________________________________________________________________________________________

d. De que forma os desejos mudaram a vida do lenhador e da esposa?

Resposta: ____________________________________________

___________________________________________________

4. Complete a tabela de acordo com as informações do texto lido:

Desejo número

Quem fez?

O que desejou?

Um



Dois



Três



5. Na sua opinião...

a. Por que nem sempre a riqueza traz felicidade?

Resposta: ____________________________________________

____________________________________________________

b. O que faz você feliz?

Resposta: ____________________________________________

____________________________________________________

c. O que faz você ficar infeliz?

Resposta: ____________________________________________

_________________________

Retirei do blog da Professora Janaína

O Pavão

E considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d’água em que a luz se fragmenta, como em um prisma.O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.

(BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. Rio de Janeiro: Record, 1996, p. 120)

1 - No 2º parágrafo do texto, a expressão: ATINGIR O MÁXIMO DE MATIZES, significa o artista:

(A) fazer refletir, nas penas do pavão, as cores do arco-íris.
(B) conseguir o maior número de tonalidades.
(C) fazer com que o pavão ostente suas cores.
(D) fragmentar a luz nas bolhas d’água.

2 - O poeta compara a beleza das cores do pavão com o Amor. Retire do texto fragmentos que comprovem essa comparação.
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TEXTO 02
No 1º quadrinho, a fala do personagem pode ser substituída por:
(A) “Quer namorar comigo?”
(B) “Você é muito bonita para mim!”
(C) “Você é muito simpática!”
(D) “Você é muito humilde!”

TEXTO 03


Considere o seguinte trecho:
Em vez do médico do Milan, o doutor José Luiz Runco, da Seleção, é quem deverá ser o responsável pela cirurgia de Cafu. Foi ele quem operou o volante Edu e o atacante Ricardo Oliveira, dois jogadores que tiveram problemas semelhantes no ano passado.
O termo “ele”, em destaque no texto, refere-se:
a) ao médico do Milan.
b) a Cafu.
c) ao doutor José Luiz Runco.
d) ao volante Edu.
e) ao atacante Ricardo Oliveira.


O cão e o osso

Autor desconhecido

Um dia, um cão, carregando um osso na boca, ia atravessando uma ponte. Olhando para baixo, viu sua própria imagem refletida na água. Pensando ver outro cão, cobiçou-lhe logo o osso que este tinha na boca, e pôs-se a latir. Mal, porém, abriu a boca, seu próprio osso caiu na água e perdeu-se para sempre.


”Mais vale um pássaro na mão do que dois a voar!”


O texto que você leu é uma fábula e, como toda fábula, tem uma moral, um ensinamento. Qual a moral dessa história? Explique:
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O Caracol Invejoso

O caracolzinho sentia-se muito infeliz. Via que quase todos os animais eram mais ágeis do que ele. Uns brincavam, outros saltavam. E ele aborrecia-se debaixo do peso de sua carapaça!
- Vê-se que meu destino é ir devagarinho, sofrendo todos os males! dizia ele, bastante frustrado.
Seus amigos e familiares tentavam consolá-lo, mas nada conseguiam.
- Caracolino, pense que, se a Natureza lhe deu essa carapaça, para alguma coisa foi, disse-lhe a tartaruga, que se encontrava em situação semelhante à dele.
- Sim, claro, para alguma coisa será! Pode explicar-me a razão? perguntava Caracolino, ainda mais chateado por receber tantos conselhos.
Caracolino tornou-se tão insuportável por suas reclamações, que todos o abandonaram. E ele continuava com sua carapaça às costas, cada vez mais pesada para o seu gosto.
Um dia, desabou uma tempestade. Choveu durante muitos dias. Parecia um dilúvio! As águas subiram, inundando tudo. Muitos dos animaizinhos que ele invejara, encontravam-se agora em grandes dificuldades. Caracolino, porém, encontrou um refúgio seguro. Dentro de sua carapaça estava totalmente protegido!
Desde então, compreendeu a utilidade de sua lenta e pesada carapaça. Deixou de protestar, tornando-se um animalzinho simpático e querido por todos.
(Autor Desconhecido)


Por que o Caracolzinho era infeliz?


Caracolino falava sempre que tinha um destino na vida. Qual era ele?




Os amigos de caracolino acabaram por abandoná-lo. Qual foi o motivo?


Um dia um acontecimento mudou o modo de pensar do caracolzinho. O que houve? A que conclusões Carolino chegou?


No final do texto, vemos que Carolino finalmente encontrou a felicidade. Explique:

Retirado do blog. paracolorir.com

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Dia da Bandeira - atividades














































Retirado do google imagens,

Matemática para o 1º Ano






















































Retirei do blog alemdogiz.com, visite você também.

domingo, 13 de novembro de 2011

Para colorir: Dia da Proclamação da República





































Fonte: Google

HINO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

HINO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

Seja um pálio de luz desdobrado,
Sob a larga amplidão destes céus.
Este canto rebel, que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale
De esperanças de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós,
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz

Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre País...
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro,
Brilha, ovante, da Pátria no altar !
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós,
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz


Se é mister que de peitos valentes
Haja sangue em nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou neste audaz pavilhão!
Mensageiro de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder,
Mas da guerra, nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós,

Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz
Do Ipiranga é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de fé!
O Brasil já surgiu libertado,
Sobre as púrpuras régias de pé.
Eia, pois, brasileiros avante!
Verdes louros colhamos louçãos!
Seja o nosso País triunfante,
Livre terra de livres irmãos!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!


Pesquisa no google

Proclamação da República



O processo histórico em que se desenvolveu o fim do regime monárquico brasileiro e a ascensão da ordem republicana no Brasil perpassa por uma série de transformações em que visualizamos a chegada dos militares ao poder. De fato, a proposta de um regime republicano já vivia uma longa história manifestada em diferentes revoltas. Entre tantas tentativas de transformação, a Revolução Farroupilha (1835-1845) foi a última a levantar-se contra a monarquia.

Podemos destacar a importância do processo de industrialização e o crescimento da cafeicultura enquanto fatores de mudança sócio-econômica. As classes médias urbanas e os cafeicultores do Oeste paulista buscavam ampliar sua participação política através de uma nova forma de governo. Ao mesmo tempo, os militares que saíram vitoriosos da Guerra do Paraguai se aproximaram do pensamento positivista, defensor de um governo republicano centralizado.

Além dessa demanda por transformação política, devemos também destacar como a campanha abolicionista começou a divulgar uma forte propaganda contra o regime monárquico. Vários entusiastas da causa abolicionista relacionavam os entraves do desenvolvimento nacional às desigualdades de um tipo de relação de trabalho legitimado pelas mãos de Dom Pedro II. Dessa forma, o fim da monarquia era uma opção viável para muitos daqueles que combatiam a mão de obra escrava.

Até aqui podemos ver que os mais proeminentes intelectuais e mais importantes membros da elite agroexportadora nacional não mais apoiavam a monarquia. Essa perda de sustentação política pode ser ainda explicada com as consequências de duas leis que merecem destaque. Em 1850, a lei Eusébio de Queiroz proibiu a tráfico de escravos, encarecendo o uso desse tipo de força de trabalho. Naquele mesmo ano, a Lei de Terras preservava a economia nas mãos dos grandes proprietários de terra.

O conjunto dessas transformações ganhou maior força a partir de 1870. Naquele ano, os republicanos se organizaram em um partido e publicaram suas ideias no Manifesto Republicano. Naquela altura, os militares se mobilizaram contra os poderes amplos do imperador e, pouco depois, a Igreja se voltou contra a monarquia depois de ter suas medidas contra a presença de maçons na Igreja anuladas pelos poderes concedidos ao rei.

No ano de 1888, a abolição da escravidão promovida pelas mãos da princesa Isabel deu o último suspiro à Monarquia Brasileira. O latifúndio e a sociedade escravista que justificavam a presença de um imperador enérgico e autoritário, não faziam mais sentido às novas feições da sociedade brasileira do século XIX. Os clubes republicanos já se espalhavam em todo o país e naquela mesma época diversos boatos davam conta sobre a intenção de Dom Pedro II em reconfigurar os quadros da Guarda Nacional.

A ameaça de deposição e mudança dentro do exército serviu de motivação suficiente para que o Marechal Deodoro da Fonseca agrupasse as tropas do Rio de Janeiro e invadisse o Ministério da Guerra. Segundo alguns relatos, os militares pretendiam inicialmente exigir somente a mudança do Ministro da Guerra. No entanto, a ameaça militar foi suficiente para dissolver o gabinete imperial e proclamar a República.

O golpe militar promovido em 15 de novembro de 1889 foi reafirmado com a proclamação civil de integrantes do Partido Republicano, na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Ao contrário do que aparentou, a proclamação foi consequência de um governo que não mais possuía base de sustentação política e não contou com intensa participação popular. Conforme salientado pelo ministro Aristides Lobo, a proclamação ocorreu às vistas de um povo que assistiu tudo de forma bestializada.

Fonte: Brasil Escola

sábado, 5 de novembro de 2011








































































































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